Preparação e prática

Trocadores de marcha MTB: o que você precisa saber

Se você é um ciclista que gosta de trilhas, provavelmente sabe que os componentes mais importantes das bikes são os trocadores de marcha MTB. Estes dispositivos permitem que você mude a relação de marchas da sua bicicleta. São eles que ajudam a enfrentar os terrenos mais diversos, sejam eles íngremes e não. 

O passador das marchas, os câmbios traseiros e, em algumas, o dianteiro, constituem o sistema de trocadores de marchas MTB. Contando com a eficiência de todos estes dispositivos, é possível manter a precisão, a agilidade e a suavidade, durante o pedal. 

Neste artigo, apresentaremos o funcionamento completo dos trocadores de marcha MTB, seus tipos e como escolher os melhores. Além disso, vamos mostrar alguns modelos das marcas mais importantes do mercado. Confira! 

Trocadores de marcha mtb: o que é e como funciona? 

Para as mountain bikes é sempre muito importante escolher bem os trocadores de marchas, que possam responder rapidamente às necessidades da trilha. Ao operar as alavancas no guidão, os cabos se movem, colocando a corrente em uma das coroas, selecionando assim uma relação de marcha.

A relação de marcha permite desenvolver, a cada pedalada, uma determinada distância que é chamada de desenvolvimento métrico. Ou seja, o número de metros que se percorrem com cada golpe de pedal com essa determinada relação.

Tipos de trocadores de marcha mtb

Existem alguns tipos de trocadores de marcha disponíveis no mercado, incluindo os modelos de alavanca, de gatilho e de rotação. Cada um deles oferecem vantagens e desvantagens em termos de ergonomia, facilidade de uso e precisão. 

O mercado está repleto de marcas quando o assunto são trocadores de marcha MTB. Podemos citar algumas como a Shimano, a Sram e a Campagnolo. Todas elas são confiáveis e oferecem produtos com qualidade e tecnologia avançada. 

Tudo sobre os trocadores de marcha mtb

No início, as primeiras alavancas de troca de marcha de bicicletas eram hastes metálicas diretas para cada câmbio, sem cabos. Com o passar do tempo, elas passaram a usar cabos. Porém, somente depois de algumas mudanças no sistema desenvolvido é que foi possível com apenas um clique, encontrar a mudança para a marcha perfeita.

Com a criação da mountain bike, foi necessário desenvolver um comando de mão que ficasse próximo da mão, bem no guidão. Foi assim que surgiu o Thumb Shifter, projetado para ser acionado com o polegar.

Encontrado em muitas bikes antigas, esse sistema deixou aos poucos de ser usado. Isso porque, ele se mostrou um pouco perigoso para os ciclistas que enfrentam competições e precisam de agilidade e segurança. 

Outros modelos foram surgindo aos poucos, como o Twist Shifter. Esse trocador funciona girando uma parte do dispositivo com as mãos para realizar as mudanças de marcha. 

Já o Trigger Shifter utiliza um sistema de gatilho para realizar as mudanças de marcha. Eles permitem mudanças rápidas e precisas apenas com o dedo indicador. Vieram também as alavancas giratórias, como Trip Shift. Fazendo uso de um sistema de rotação do punho, ele faz a mudança de marcha de maneira suave e sem solavancos. 

Oferecendo trocas de marchas ágeis, dinâmicas e muito seguras, o Rapid Fire é um outro sistema de alavancas bem querido pelo pessoal da MTB. Ele possui uma atividade ergométrica bem interessante, permitindo efetuar trocas de marchas com o polegar ou o indicador. Tudo isso, sem que o ciclista precise tirar as mãos nas manoplas. 

Como escolher os melhores trocadores de marcha mtb

Um bom trocador de marchas MTB deve ser durável e resistente o suficiente para lidar com as demandas que um percurso de mountain bike exige. É sempre recomendado procurar marcas que sejam de qualidade, conferindo sempre os reviews sobre como o produto tem atendido outros ciclistas. 

Leve em consideração o seu estilo de pedal e também a sua bike. É que os trocadores de marcha MTB devem ser compatíveis com o número de marcha da bicicleta. Fique sempre de olho nisso! Converse sempre com o vendedor e exponha as suas necessidades. 

De qualquer forma, a manutenção nestes casos é fundamental. Ainda mais depois de se aventurar em terrenos com buracos, poeira e lama. É sempre bom manter o dispositivo limpo, garantindo uma vida longa ao produto. 

Conheça alguns modelos de trocadores de marcha mtb

No mercado existem os mais diferentes tipos de trocadores de marcha MTB, para todos os gostos e bolsos. Preparamos um apanhado dos mais interessantes modelos e marcas, para ajudar você a escolher o melhor. Confira! 

TROCADOR DE MARCHA SRAM XX1 EAGLE TRIGGER 12 VEL

Com sua construção em carbono, ela é leve e durável, e oferece uma sensação precisa e nítida ao trocar as marchas. Possui tecnologia de engate instantâneo. Isso permite que os ciclistas troquem as marchas com rapidez e facilidade, mesmo em terrenos difíceis.

Material: Fibra de carbono e alumínio
Peso: 121 gramas
Número de marchas: 12 marchas
Preço médio: R$ R$ 2.669,00

TROCADOR DE MARCHA SRAM X1 TRIGGER ALAVANCA 11V 

Com um passador diferenciado, todo em alumínio, ele realiza trocas macias e é compatível com a relação de 11 velocidades. 

Material: Nylon / Alumínio
Peso: 140 gramas
Número de marchas: 11 marchas
Extensão do cabo: 210 cm
Preço médio: R$ 549,90 

TROCADOR DE MARCHA SHIMANO XT SL-M8000 I-SPEC 11 VEL

Projetado com uma tecnologia inovadora, ele permite que a marcha seja trocada imediatamente. Mantendo a dinâmica necessária, ele possui a liberação múltipla, que permite duas etapas, independente do estilo de pedal. 

Material: alumínio e polímero de alta resistência
Peso: 170 gramas
Número de marchas: 11 marchas
Extensão do cabo: 2050 mm
Preço médio: R$ 999,00 

TROCADOR DE MARCHA SHIMANO XTR SL-M9100 12 VEL

Elaborado para suprir as exigências dos ciclistas que disputam competições, ele é muito versátil. Capaz de encarar corridas de enduro, XC, esse trocador oferece um desempenho sem igual. 

Material: alumínio
Peso: 121 gramas
Número de marchas: 12 marchas
Extensão do cabo: 1750 mm
Preço médio: R$ 1.499,00

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