Trocas bem rápidas, inovações a cada ano e revoluções no mundo do mountain bike. Com esse perfil, a SRAM pode ser considerada a segunda maior marca de componentes. Mas, ela não vive só de história, mas sim, de peças que vão do nível básico ao mais competitivo. E você vai conhecer a hierarquia SRAM para MTB agora!

A empresa norte-americana começou sua história lá nos anos 1980, e agora se consolida como uma das principais escolhas de ciclistas de MTB. Um dos motivos é a construção e a dinâmica de funcionamento de seus câmbios e sistemas.

Ainda tem dúvidas sobre os grupos de mountain bike da SRAM? Fique aqui e descubra neste post, todos os conjuntos de marchas da marca!

Confira toda a hierarquia SRAM para MTB

Linha Eagle

A SRAM apresentou, antes da Shimano, a primeira linha de 12 velocidades para bicicletas de montanha.

Isso foi uma verdadeira revolução, pois hoje, boa parte das bikes ao 29 e outras, estão usando essa combinação de marchas. Leveza e funcionamento estável em todo o tipo de terreno motivam ciclistas a aderirem à novidade que tem vários grupos.

XX1 Eagle AXS

Hierarquia SRAM para MTB, Sram XX1 AXS

O grupo top de linha da hierarquia SRAM para MTB é feito com os materiais mais leves e dispensa fios.

A linha XX1 Eagle AXS é eletrônica e ainda integra no mesmo trocador de marchas, o controle para um canote retrátil — quando o ciclista quer usar um na bike.

Além disso, o câmbio traseiro SRAM XX1 Eagle AXS funciona com os trocadores de linhas para gravel e estrada — SRAM RED AXS e SRAM Force eTap AXS.

O cassete da linha é de 10-52 dentes, conferindo muitas combinações para vencer diferentes terrenos. Já o pedivela é em carbono, com as coroas em alumínio ultraleve.

XX1 Eagle

Hierarquia SRAM para MTB, Sram XX1 Eagle

A linha XX1 Eagle tem sua versão clássica: mecânica. Nesse grupo, as diferenças são que o câmbio não tem sensores e o trocador não tem conexão com um canote retrátil.

No mais, há uma ligeira diferença de peso entre a versão mecânica e a eletrônica, que para muitos não justifica a mudança de padrão.

Outro detalhe interessante do SRAM XX Eagle mecânico é que ele tem o opcional de vir com o trocador no padrão Grip Shift — rotativo ao invés de cliques.

XO1 Eagle AXS

Hierarquia SRAM para MTB, Sram XO1 AXS

Esse grupo é mais voltado para um uso misto de cross country e trail, mas carrega basicamente as mesmas características do Eagle XX1 eletrônico.

A construção do câmbio e pedivela é um pouco mais robusta, o que é necessário para encarar terrenos de trail, especialmente as descidas. As mudanças das 12 marchas são feitas com o trocador em perfil de cliques, e o acabamento do grupo é escuro.

Para arrematar, o cassete do SRAM XO1 Eagle AXS também oferece 52 dentes em seu maior cog. Isso faz do grupo uma das melhores escolhas para trail em subidões.

XO1 Eagle

Hierarquia SRAM para MTB, Sram XO1 Eagle

Seguindo os mesmos padrões do SRAM XO1 Eagle AXS, mas na versão mecânica. O que é a garantia de uma manutenção mais prática e que pode ser feita em oficinas que os mecânicos não estejam tão acostumados com a eletrônica.

A diferença é que nessa versão, existem muitas ofertas de coroas para o pedivela em fibra de carbono reforçada. Ao todo são 6 opções que começam nos 26 dentes e vão para os 40. Peças que dão conta das subidas e das descidas na modalidadetrail.

GX Eagle

O GX surgiu pelas mãos da SRAM para ser o grupo intermediário da hierarquia SRAM para MTB. A vantagem dele é que as peças são leves e trazem um custo-benefício mais atrativo em relação a grupos superiores, com as mesmas 12 velocidades.

Essa linha é toda mecânica, em alumínio e traz o cassete de 10-52 dentes, oferecendo uma gama enorme de marchas para quem quer começar a competir.

No mais, o clique único do trocador do câmbio traseiro — tecnologia encontrada nos grupos mais avançados — é presente no GX Eagle.

NX Eagle

O SRAM NX Eagle é um grupo de componentes de entrada da hierarquia SRAM para MTB, mas não deixa a desejar em terrenos difíceis. A razão para isso é o design e o funcionamento ágil do trocador e câmbio traseiro.

A principal característica desse grupo de mountain bike da SRAM é que ele vem com a combinação de 11-50 dentes no cassete. O que o torna mais limitado para algumas situações, mas sem perder a eficiência em muitas outras.

O pedivela do conjunto é no sistema DUB, que é bastante atrativo para quem busca uma tecnologia prática e confiável. Além do mais, o modelo traz a opção do trocador Grip Shift, que é de rodar a manopla para fazer as mudanças de marchas.

SX Eagle

Na hierarquia SRAM de MTB, o SX Eagle foi criado para os ciclistas que só querem 12 velocidades para aliviar peso da bike e ter um bom treino.

Esse grupo é o de entrada da linha Eagle da SRAM, e conta com as mesmas características dos componentes NX. Porém, com construção mais simples e o peso superior.

12 marchas, peças em alumínio de boa qualidade, construção robusta e a garantia de bons pedais são as marcas dessa linha que equipa muitas bikes de entrada.

Linhas de 10 e 11 velocidades

A SRAM ainda distribui peças de padrões de 10 e 11 velocidades, mas, em menor escala do que as de 12 marchas. Talvez com o tempo, as 12v se tornem a principal aposta da marca e a escolha dos clientes.

No mais, as linhas de 10 e 11 velocidades são todas mecânicas e seguem construções muito parecidas com a linha Eagle. O que faz a qualidade geral de cada peça dos modelos de 10v e 11v serem bastante duráveis.

Veja quais são as linhas de 10 e 11 marchas, na respectiva ordem da hierarquia SRAM de MTB:

  • XX1
  • XO1
  • NX
  • GX
  • SX

Por último, diferente da Shimano, os grupos da SRAM não acompanham freios. O que abre espaço para combinações dessas peças de cada marca, fazendo a segurança e o desempenho no pedal ficarem ainda melhores.

Na hierarquia SRAM para MTB, vale escolher aquele grupo de peças que melhor combine com o seu objetivo de pedal. Para que o investimento seja bem feito e os seus pedais rendam do jeito que você espera.

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Créditos das imagens: Pinterest

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